Meninice

Com a merecida vitória no Globo de Ouro (do filme e da atriz coadjuvante), resolvi republicar este post. Acho que vale a pena ler ou reler depois do reconhecimento público de um trabalho totalmente original.

Mulher-Esqueleto

mason duploMason fases “Boyhood” (Richard Linklater, 2013) é um filme sobre nada. O nada trepidante e turbulento, tedioso e engraçado, desafiante e perigoso do dia-a-dia da vida de um ser humano do sexo masculino que se move rapidamente, da infância para a primeira idade adulta. O jeito como o filme foi feito e narrado é muito mais importante do que a história que ele conta, uma história sobre esse tudo a que chamamos nada e que foi a chave do sucesso de um seriado clássico de TV que muito gente continua a amar 20 anos depois de ter acabado: “Seinfeld”. No seriado, que durou, sei lá, menos de 10 anos, fica mais fácil a gente observar as transformações ocorridas, mais na aparência dos atores do que no enredo propriamente. “O mito é o nada que é tudo”, Fernando Pessoa escreveu, sobre a imagem que funda realidades. Em “Boyhood”, um ator mirim (Ellan Coltrane) encarna Mason, o…

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